Notícias Recentes

Chuvas intensas provocam transtornos e deixam cidades em alerta no fim de março

O Brasil que Lula encontrou, o Brasil que Lula deixa — e o Judiciário que ninguém elegeu

Governo federal anuncia novas medidas econômicas para conter inflação

Manifestação “Acorda Brasil” reúne apoiadores em São Paulo e Brasília

Brasil manifesta preocupação com escalada do conflito no Oriente Médio

STF e Congresso avançam em debate sobre regras de pagamento de penduricalhos em Brasília

Famílias em situação de rua no Brasil: o que é dado oficial, o que é mensurável e o que ainda é estimativa

Polêmica no Carnaval: escola de samba com enredo pró-Lula e repasse de dinheiro público

Carnaval e política: homenagem a Lula no Rio gera repercussão e debate nacional

Prefeitura de Jaguaribe inicia período para solicitação de isenção do IPTU 2026

Nilton Molina afirma que não há mais o que reformar na Previdência e defende criação de novo sistema nacional

Por Antônio Diógenes – Jaguaribe, Ceará, 06.09.2025
Especialista em longevidade propõe modelo inédito para substituir o atual regime previdenciário, que considera ultrapassado diante do envelhecimento populacional brasileiro

Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG e referência no setor de seguros, afirmou em entrevista que o atual sistema previdenciário brasileiro não comporta mais reformas — é preciso substituí-lo por um novo sistema.

Segundo o especialista, o envelhecimento populacional em curso inviabiliza a continuidade do modelo vigente — o chamado “pacto intergeracional”, que previa muitos trabalhadores ativos sustentando uma minoria de aposentados, já entrou em colapso em razão da queda da natalidade e da maior longevidade.

Ele destacou que apenas uma minoria dos brasileiros possui previdência privada (não chega a um dígito percentual) e apontou que esse desequilíbrio entre proteção pública e privada agrava a fragilidade do sistema.

Molina propôs um modelo estruturado por faixas etárias:

  • Menores de 20 anos: ingresso direto em um sistema totalmente novo.
  • Entre 20 e 40 anos: migração completa para o novo sistema.
  • Entre 40 e 60 anos: redução dos benefícios prometidos em dois terços.
  • Acima de 60 anos: manutenção dos direitos com ajustes, mas sob forte sacrifício social e econômico.

O executivo classificou o termo “reforma” como inadequado à realidade, uma vez que reformas adaptam estruturas antigas; ele defende que é preciso implantar um sistema novo, com benefício máximo limitado a um salário mínimo para os que ingressarem no mercado.

Compartilhe

Related Posts

  • All Post
  • Blog
  • Clima
  • Cultura
  • Esportes
  • Estilo de vida
  • Política
  • POLÍTICA & OPINIÃO
  • Popular
  • Previsão do tempo
  • Saúde
  • Sport
  • Tecnologia
  • Travel
  • Trending
  • Viagens
    •   Back
    • Agro
    • Educação

Siga-nos

Notícias Populares

Trending Posts

Nosso Instagram

Categorias

Tags

Edit Template

© 2024 RTV Jaguaribe. Todos os direitos autorais reservados. Proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo sem autorização prévia.